sexta-feira, 27 de Novembro de 2009
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sábado, 21 de Novembro de 2009
Festa Natal 2009
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domingo, 4 de Outubro de 2009
sexta-feira, 11 de Setembro de 2009
PANDEMIA OU GUERRA MUNDIAL ?
PREVISÕES INQUIETANTES
E POLITICAMENTE INCORRECTAS
Por deferência da AAGI ( Associação dos amigos da grande idade ) recebemos um bem fundamentado plano de contingência com previsão de impacte destinado a Lares de idosos, que pela realidade dos elementos que relata, nos coloca perante um cenário arrepiante, tendo em vista o provável número de vítimas, comparável a um conflito de guerra mundial.
PREVISÃO DO IMPACTE
O impacte de uma pandemia de gripe é imprevisível, sendo impossível prever a sua
data de início. Existe consenso entre os especialistas que o seu aparecimento terá
consequências catastróficas, com um número muito elevado de casos de doença e de
morte, e situações de rotura social e económica. O impacte será maior nos países em
vias de desenvolvimento e naqueles que tiverem sistemas de saúde operacionalmente
deficientes ou sobrecarregados.
Após a identificação dos primeiros casos de transmissão inter-pessoal da estirpe
pandémica do vírus da gripe, a sua disseminação por todo o país ocorrerá num
intervalo de tempo relativamente curto (inferior a um mês), com taxas de morbilidade e
de letalidade muito superiores às da gripe sazonal (epidémica). Esta situação
conduzirá, inevitavelmente, ao aumento das solicitações aos serviços prestadores de
cuidados de saúde, e a outros serviços essenciais, com repercussões e alterações
importantes no padrão habitual de vida de pessoas e comunidades.
EXTENSÃO E GRAVIDADE DA DOENÇA
Em todo o mundo, a mortalidade estimada pelos especialistas varia entre 50 e 150
milhões, embora as estimativas menos pessimistas do CDC apontem para um
intervalo entre 2 e 7,5 milhões de mortes. O total de internamentos hospitalares pode
ser superior a 28 milhões. Contudo, só após a eclosão da pandemia será possível
fazerem-se estimativas mais fiáveis. O nível de preparação de todos os países na
globalidade, e de cada país em particular, terá uma influência inquestionável na
mortalidade.
Para efeitos de planeamento da resposta dos serviços de saúde, a OMS recomenda
que os planos nacionais de contingência para a pandemia de gripe considerem uma
taxa bruta de ataque [1] de 25% (valor mínimo) – na gripe sazonal a taxa habitual é de
5-10%.
Considerando alguns dos cenários possíveis, com taxas brutas de ataque de 25%
(cenário mais favorável), 30% (cenário mais provável) e 35% (cenário mais
pessimista), a infecção com o virus da gripe pandémica pode atingir em Portugal mais
de 3,6 milhões de habitantes, e originar mais de 11 mil mortes (taxa bruta de letalidade
de 0,3%).
Todos os cenários e previsões disponíveis alicerçam-se em suposições sobre a
morbilidade e letalidade causadas pelo vírus pandémico. Assim, para uma taxa bruta
de ataque de 15% e uma taxa bruta de letalidade de 0,3%, ocorrerão 2-3 milhões de
mortes em todo o mundo; para a mesma taxa de ataque e uma taxa de letalidade de
0,6% a mortalidade global será de 5-6 milhões (previsões mais optimistas). Com uma
taxa de ataque de 25% e uma letalidade de 3%, a mortalidade global rondará os 45
milhões; se a taxa de ataque atingir os 50%, mantendo-se a letalidade nos 3%,
ocorrerão cerca de 100 milhões de mortes (cenários possíveis). Com a taxa de
letalidade actual do vírus H5N1 (cerca de 50%) o número global de mortes poderá
atingir os 1.500 milhões (previsão pessimista?).
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Sexta-feira, Setembro 11, 2009
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sábado, 15 de Agosto de 2009
Institucionalização de curta duração

Os idosos que ainda permanecem no domicílio,
socorrem-se da ajuda familiar ou de pessoal
contratado; umas vezes por questões económicas,
outras por entenderem não ser ainda necessária
a sua institucionalização permanente.
No entanto, chegado o período de férias, viajar
com o idoso é muitas vezes impraticável.
Ou o idoso já não aprecia mudanças demasiado
contratantes, ou os familiares ou cuidadores,
necessitam de um merecido período de férias,
sem as preocupações inerentes ao cuidado
que qualquer idoso requer, sobretudo em fase
de dependência.
Os Lares de idosos, podem e devem apoiar estes
utilizadores de curta duração, já porque são os
únicos em condição privilegiada para o fazer,
pese embora a falta de hábito ou alguma
argumentação pouco sustentada da escassa
rentabilidade.
Na verdade, alguns custos iniciais prestados aos
idosos institucionalizados, só são compensados durante
as mais ou menos longas estadias dos utilizadores
habituais.
No entanto, está fora de questão que o valor a calcular
por uma curta estadia, tenha de resultar do cálculo
proporcional dos utentes de longa duração, neste caso
deveremos estabelecer um valor diário,( Numa perspectiva
Mais hoteleira ) que seja suficientemente compensador.
Por um lado, resolve-se os problemas dessas famílias
carecidas de descanso, que não se importam de pagar um pouco
menos que uma modesta unidade residencial, depois do
nosso trabalho ou melhor do nosso mérito, pode resultar um
novo utilizador num futuro próximo.
Por fim, sempre se dá uma mão às finanças dos Lares,
sobretudo os que já sentem os efeitos da crise em que estamos
mergulhados.
Boas férias
Carlos Neves
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Sábado, Agosto 15, 2009
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UMA VISITA AO LAR DOS "SAMS"
Correspondendo ao convite formulado pelo Enf. Rui Fontes, O Lar da Aroeira visitou as instalações do “ Lar dos SAMS “representado pelo seu Director Rui Neves e pelo Encarregado Geral: Carlos Neves.
Aproveitamos agora o ensejo para agradecer a recepção interessada e amistosa que o Coordenador Rui Fontes nos dispensou em todos os momentos da visita e da troca de experiências.
Falar das instalações que visitámos, as quais superam em termos estruturais os Lares privados que conhecemos, achamos que seria redutor, porque importa sobretudo enfatizar o espírito que ali se vive.
Fazer com que os funcionários daquele Lar perfilhassem dos objectivos projectados, sabemos que foi uma tarefa do seu coordenador, dura mas extremamente proveitosa.
Nos tempos que correm, todos os que se dedicam ao apoio da terceira idade, têm de entender que a sua acção deve ser pró-activa, interessada, colaborante, profissional e se possível vocacional, para que todos os seus gestos transmitam ao idoso uma onda de ajuda, carinho e solidariedade.
A falta de dignificação e progressão da carreira profissional de “Ajudantes de lar” , não estimula os jovens a abraçar esta profissão. Não existem cursos específicos e isso leva a que os Lares de idosos sejam forçados a recrutar pessoal indiferenciado, ou candidatos na idade da pré-reforma, porventura os mais disponíveis, mais responsáveis, pese embora, menos interessados em reciclar a sua formação.
Conhecer Rui Fontes, escutando-o horas a fio a falar com inquebrantável e vibrante entusiasmo da sua obra, dos seus projectos e sobretudo do futuro que o liga aos idosos
deixa-nos contagiados e com vontade de unir esforços, contribuindo para esse objectivo comum.
Foi possível nas trocas de experiências vividas com o Enf. Fontes, verificar como foram resolvidos de forma similar, em tempos diferentes, os problemas que são comuns às nossas duas instituições, comprovando deste modo que podemos ganhar muito tempo e eficiência, adoptando práticas que se demonstraram eficazes.
Noutros casos, a inovação de alguns procedimentos foi extremamente gratificante.
Pensamos que este papel deveria caber mais à instituição representativa da classe, ALI – Associação de Lares, no entanto nesta cruzada, em que tanto está por fazer, se cada um varrer a sua testada, decerto que é mais fácil dignificar a profissão e sobretudo os nossos idosos.
Bem-haja Enf. Fontes!
Um cordial abraço
Carlos Neves



























