
Trocar de mão para lavar os dentes é bom para o cérebro.
O simples gesto de trocar de mão para escovar os dentes, contrariando a rotina e obrigando a estimulação do cérebro, é uma nova técnica para melhorar a concentração, treinando a criatividade e inteligência e, assim, Realizar um exercício de NEURÓBICA.
Uma descoberta dentro da Neurociência vem revelar que o cérebro mantém a capacidade extraordinária de crescer e mudar o padrão das suas conexões.
Os autores desta descoberta, Lawrence Katz e Manning Rubin, revelam que a NEURÓBICA, a "aeróbica dos neurónios", é uma nova forma de exercício cerebral projectada para manter o cérebro ágil e saudável, criando novos e diferentes padrões de actividades dos neurónios no seu cérebro.
Cerca de 80% do nosso dia-a-dia é ocupado por rotinas que, apesar de terem a vantagem de reduzir o esforço intelectual, escondem um efeito perverso: limitam o cérebro.
Para contrariar essa tendência, é necessário praticar exercícios "cerebrais" que fazem as pessoas pensarem somente no que estão a fazer, concentrando-se nessa tarefa.
O desafio da NEURÓBICA é fazer tudo aquilo que contraria as rotinas, obrigando o cérebro a um trabalho adicional.....
Tente fazer este teste:
• Use o relógio de pulso no braço direito;
• Escove os dentes com a mão contrária à do costume;
• Ande pela casa de trás para frente; (na China treinam isso num parque);
• Vista-se de olhos fechados;
• Estimule o paladar, comendo coisas diferentes;
• Veja fotos de cabeça para baixo;
• Veja as horas num espelho;
• Faça um novo caminho para ir ao trabalho;
• A proposta é mudar o comportamento rotineiro.
domingo, 10 de Agosto de 2008
Aeróbia dos neurónios
Postado por
Lar Residencial da Aroeira, Lda
às
Domingo, Agosto 10, 2008
UMA VISITA AO LAR DOS "SAMS"
Correspondendo ao convite formulado pelo Enf. Rui Fontes, O Lar da Aroeira visitou as instalações do “ Lar dos SAMS “representado pelo seu Director Rui Neves e pelo Encarregado Geral: Carlos Neves.
Aproveitamos agora o ensejo para agradecer a recepção interessada e amistosa que o Coordenador Rui Fontes nos dispensou em todos os momentos da visita e da troca de experiências.
Falar das instalações que visitámos, as quais superam em termos estruturais os Lares privados que conhecemos, achamos que seria redutor, porque importa sobretudo enfatizar o espírito que ali se vive.
Fazer com que os funcionários daquele Lar perfilhassem dos objectivos projectados, sabemos que foi uma tarefa do seu coordenador, dura mas extremamente proveitosa.
Nos tempos que correm, todos os que se dedicam ao apoio da terceira idade, têm de entender que a sua acção deve ser pró-activa, interessada, colaborante, profissional e se possível vocacional, para que todos os seus gestos transmitam ao idoso uma onda de ajuda, carinho e solidariedade.
A falta de dignificação e progressão da carreira profissional de “Ajudantes de lar” , não estimula os jovens a abraçar esta profissão. Não existem cursos específicos e isso leva a que os Lares de idosos sejam forçados a recrutar pessoal indiferenciado, ou candidatos na idade da pré-reforma, porventura os mais disponíveis, mais responsáveis, pese embora, menos interessados em reciclar a sua formação.
Conhecer Rui Fontes, escutando-o horas a fio a falar com inquebrantável e vibrante entusiasmo da sua obra, dos seus projectos e sobretudo do futuro que o liga aos idosos
deixa-nos contagiados e com vontade de unir esforços, contribuindo para esse objectivo comum.
Foi possível nas trocas de experiências vividas com o Enf. Fontes, verificar como foram resolvidos de forma similar, em tempos diferentes, os problemas que são comuns às nossas duas instituições, comprovando deste modo que podemos ganhar muito tempo e eficiência, adoptando práticas que se demonstraram eficazes.
Noutros casos, a inovação de alguns procedimentos foi extremamente gratificante.
Pensamos que este papel deveria caber mais à instituição representativa da classe, ALI – Associação de Lares, no entanto nesta cruzada, em que tanto está por fazer, se cada um varrer a sua testada, decerto que é mais fácil dignificar a profissão e sobretudo os nossos idosos.
Bem-haja Enf. Fontes!
Um cordial abraço
Carlos Neves























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